Literatura Fantástica Brasileira

Literatura Fantástica Brasileira

Fim da Bateia.


Por Astrid Underground.

Sabe uma daquelas noticias que te deixam triste?
Não pelo simples fechamento de uma editora independente, mas sim pelas circunstâncias em que ela acontece e pelos esclarecimentos prestados pelo Lui Fernandes, editor da mesma.
Por essas e por outras é que tem muito escritor "pendurando as canetas" pelo Brasil afora, porque incentivo à cultura por aqui praticamente não existe.
Leia a entrevista do Lui no Blog da Babel.

Entre em contato: litfanbr@gmail.com


5 comentários:

  1. Em 2012 para 2013, quando participei do concurso literário da Bateia, a situação já não estava fácil. Nos poucos e-mails que troquei com o Lui Fernandes, ele sempre me pareceu um cara honesto e sincero. Difícil de se apontar vendo de fora, qual foi o seu erro ! O que eu vejo, e que editoras como Penalux e Patuá, apesar de pequenas, sobrevivem pelo circulo virtuoso, que se forma entre editora, escritores, amigos dos escritores, colegas, conhecidos e simpatizantes : como se funcionassem por suas próprias leis. Como células autônomas.

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    1. Sendo que o mesmo não aconteceu com a Bateia, por eles apostarem em autores estrangeiros e de uma nova safra...sem o devido reconhecimento.

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  2. A grande vantagem de ler nacionais é o fato de ter o autor ao alcance de um clique para um bate papo. O contato com o público é primordial e o trabalho de editoras pequenas favorece essa prática.

    Mas aí, você escritor, com certeza vai mencionar algo do tipo: Já vendi vários exemplares e ninguém nunca me procurou nas redes sociais.
    Realmente não tenho como afirmar o motivo, mas posso dizer que todo escritor ver outro escritor como concorrente, mesmo que escrevam em gêneros completamente diferentes.

    Mas o que isso tem a ver com os leitores?
    Bom... praticamente todos os leitores escrevem ou pensam em escrever. Só por isso.

    Outro dia engajei uma discussão em uma grande comunidade de leitores. Em determinado momento, perguntei se alguém alí escrevia (pensando ser o único). Para minha surpresa, TODAS as pessoas que faziam parte da discussão, afirmaram escrever. Não haviam publicado nada, mas todos escreviam.

    Logo, sendo eu um potencial concorrente, nem adiantaria falar sobre o meu livro. E não espero que me procurem nas redes sociais.

    E assim, vamos fazendo o trabalho independente. A grande vantagem? O dinheiro no bolso!

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  3. Isso é o que infelizmente acontece com as editoras honestas, aquelas que querem fazer um bom trabalho. as picaretas estão firme e forte.

    é bom o editor levar isso a publico, porque assim muitos autores valorizam mais suas pequenas editoras, tem boas editoras nacionais apoiando os autores iniciantes, conheço algumas que só pedem para o autor comprar alguns exemplares e qndo avaliam o livro, quando o autor é aprovado, a editora faz td pelo livro. uma boa editora que está fazendo um ótimo trabalho é a selo jovem, só ouvi flar coisas boas deles, mas não sei quanto tempo vai sobreviver.

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    1. A PAtuá e a Penalux são outras que merecem reconhecimento.

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