Literatura Fantástica Brasileira

Literatura Fantástica Brasileira

Mendicância na literatura.



Por Astrid Underground.


Para quem me conhece não é nenhum segredo que nutro profundo asco pelo autor Tiago Toy.
Mas o simples fato de eu não simpatizar com ele e de não gostar do gênero que ele aborda não seriam motivos suficientes para eu escrever uma matéria aqui para o blog, porém, como o destino sempre costuma me favorecer, chegou o dia em que ele escorregou legal na banana e, sendo assim, deu motivos para eu escrever obre ele.

Lógico, isso não afeta em nada a carreira de sucesso dele como "O Maior Escritor da Editora Draco", será mesmo?
Por que não simpatizo com ele? Porque tive o desprazer de estar em um evento junto dele e perceber a "pose de galã comedor de leitoras babacas" que ele não disfarça em exibir.
Mas isso é um problema dele, da mulher dele e não meu.
Fora a antipatia que ele me desperta ainda há o tema sobre o qual ele fica incansavelmente punhetando: zumbis.
Porém, meu gosto literário não interessa, o que vem ao caso é o motivo da matéria.
Acessem esse link do site Catarse e depois conversamos.


...


Sim, é isso mesmo. Um dos "maiores escritores do terror brasileiro" está mendigando que seus fãs o ajudem a publicar o segundo volume do seu tal Terra Morta.
Eu ia esperar o término da "campanha" para publicar a matéria, mas creio que não será uma matériazinha publicada em "blogzinho mequetrefe" (como alguns se referem ao Litfanbr) que irá estragar a festinha dele, ou será que vai?
Percebem como essas propagandas que alardeiam por aí são falsas? Se Tiago Toy é um puta escritor e vende horrores por que há essa necessidade de mendigar ajuda? Se Tiago Toy é o maior escritor da Editora Draco, nem mesmo assim ela banca a publicação do cara? Ele é obrigado a se prestar a um papel ridículo como esse? O que acontecerá então com os escritores "pobres mortais" que ousarem publicar através dela?
Cada vez mais me sinto enojada com a ausência de brios desses escritores e da falta de vergonha dessas editoras.
Mas é bem provável que ele atinja seu objetivo porque o infeliz é inteligente e sabe a que tipo de público dirige seu trabalho.
Ri litros com os títulos que seus colaboradores receberão, de acordo com a quantia ofertada:

Espectador – R$ 10,00
Sobrevivente – R$ 30,00
Infectado – R$ 60,00
Walking Dead – R$ 150,00
Infectado Mutante – R$ 250,00
Tyrant Infectado Mutante Monstruoso Plus – R$ 500,00


Tiago Toy, o galã da litfan


Sim, para o público ao qual a obra se destina é provável que ele angarie a quantia necessária, afinal, qual adolescente nerd otário se arriscará em deixar de receber algum dos honrosos títulos que ele atribuirá?
É realmente o fim da picada, quando eu acredito já ter visto tudo de mais bizarro dentro do meio literário me aparece mais essa.
Tudo bem, há quem ache a ideia boa e até estude a possibilidade de criar algo semelhante para enfim conseguir publicar sua obra, já eu acho deprimente.
Parto do seguinte princípio: se o cidadão quer publicar seu livro, que tenha condições pra isso, ou então parta para uma produção independente e, se achar que não possui potencial para isso, vá jogar Pac Man e deixe de escrever, é muito provável que a literatura agradeça.
Mas, acima de tudo, fica mais feio para a Editora Draco, que adora ostentar ter o Tiago Toy em seu casting de escritores, sendo ele o "master os the universe" do terror, e ainda assim ter de apelar para uma iniciativa dessas.
Parabéns Tiago Toy, você conseguiu cair ainda mais no meu conceito.
Parabéns Editora Draco, você se mostra digna de baixar as portas e nunca mais abri-las.
E eu me pergunto: qual será a próxima bizarrice que veremos no meio literário?
Façam suas apostas.

Entre em contato: litfanbr@gmail.com

27 comentários:

  1. Eu jamais ajudaria um autor a lançar um livro, porque se ele não tem $$ pra pagar uma editora, ele pode lançar independente. Mas, ser autor independente é algo muito... humilhante... para o orgulho de certa turma por aí.

    Porém, a maioria dos melhores autores nacionais hj são independentes.

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  2. Tinha o sonho de lançar um dos meus livros em uma importante editora por aí, mas então, após ser aprovada pelos editores dela, recebi como proposta uma "divisão" de investimento, que daria o valor de um carro popular usado. Logicamente, sem o dinheiro para tal, eu compartilhei minha tristeza com um grupo de amigos que me sugeriu uma vaquinha. Sinceramente, tenho amigos que poderiam sim me ajudar a conseguir isso, sei porque passei por um momento dificílimo em 2008 (um acidente do meu padrasto que o deixou invalido para sempre e temporariamente quase um ano no hospital e que nós deu uma divida gigantesca que foi paga graças a uma vaquinha de meus amigos), mas decidi lançar independente e sequer aceitei começar a vaquinha.

    Não é tarefa fácil dar a cara pra bater assim.

    Chega a ser triste saber que no Brasil um autor tenha que recorrer ao público ANTES DE LANÇAR para conseguir lançar.
    Isso é culpa do nosso governo, dos impostos altos, do incentivo ZERO a literatura.

    Mas, graças a Deus temos uma saída: trabalho e produção independente. Isso é a única coisa que salva os autores nacionais da gaveta eterna.


    Ahhh.. desculpem o desabafo. Sei que nem tem mto a ver sobre o que foi dito, mas não conheço o Tiago, nem o trabalho dele, então não tenho nada a dizer... apenas lendo o texto, lembrei disso.. e quis desabafar...

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  3. A verdade é que no Brasil, o escritor é tudo, menos escritor. E que as pseudo- editoras se aproveitam disso ! Quanto ao cara fazer isso para defender o dele...A cara para bater é dele, não é mesmo...

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  4. Se fosse eu, tava ferrada... não compram meus ebooks nem por R$ 1,99 na Amazon, que dirá doar 500 reais, ahsuahsuahsuhas!
    Ah, claro, não tenho essa qualidade do Toy e nunca fui aprovada pela Draco, que espero que tenha o mesmo rumo da Tarja, para breve >:)~

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  5. O projeto foi pelo pela editora o.O
    Seja como for, já tem mais de 4 mil reais na vaquinha.

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  6. Cara, eu gosto muito das atualizações deste blog, Não sei explicar o motivo, mas creio que tudo aqui ficará marcado nos anais (em todos os seus sentidos) da literatura fantástica brasileira. É um modo tolerância zero de ver as situações deste mercado semi-amador. Mas é um entretenimento de primeira para mim. Destaco que os livros da Editora Draco tem uma qualidade gráfica incrível! Já por de trás dos panos, não posso opinar.
    Já aguardando o próximo post.

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  7. Publicação independente é uma coisa natural neste mercado dos infernos que temos no Brasil.

    A única coisa que faltava eram meios para que o autor pudesse chegar lá. Agora temos plataformas virtuais que ajudam e muito nesta empreitada, e a tendência é melhorar.

    Os melhores escritores nacionais estão partindo para a publicação independente porque não há a menor chance de aceitar os contratos oferecidos por quem se propõe em prestar o serviço.

    Já falei aqui que, depois de saber como a banda toca, nem me dei ao trabalho de enviar originais. Foi publicação independente direto.

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  8. Foi na trave...

    https://www.facebook.com/eddy.khaos/posts/10152104485414635

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  9. Estou preparando uma matéria para o meu blog, que entre outras coisas, conterá:

    Manias do escritor brasileiro:

    1 - Pegar carona em temas do momento, praticamente copiando os elementos das obras originais, que os popularizaram.
    2 - Nunca, mas nunca perceber que determinado tema já deu o que tinha de dar.

    Vocês têm ideia de quantas pessoas, neste momento, estão escrevendo livros sobre vampiros???????????????

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  10. Ai gente. Eu conheço o Tiago pessoalmente (estive em dois eventos em que ele estava), e nada do que foi dito aqui é verdade. Acho que quem escreveu isso tudo é alguma leitora (ou leitor) que tenha levado um fora dele. Ele é uma graça!!

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  11. Nunca tinha ouvido falar de Tiago Toy e não tenho muita vontade de ler o livro dele.
    No entanto, de forma alguma acho que abrir um projeto no catarse seja algo degradante, pelo contrário. Já apoiei vários projetos que eu achei interessantes (normalmente de Hqs e jogos) e acho que é uma plataforma muito interessante.
    Já que muitas editoras aqui no brasil não são de se confiar, creio que tentar levantar fundos pelo catarse e fazer algo mais autoral, trabalhar no proprio projeto no livro, conseguir dinheiro pra contratar profissionais de qualidade e etc, seja algo que pode ser interessante.
    De forma alguma se trata de "mendicancia".

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  12. Abrir um projeto no Catarse NUNCA será algo degradante. O financiamento coletivo é uma ferramenta importantíssima para viabilizar o trabalho autoral, onde tando o produtor como o consumidor, ficam satisfeitos, minimizando eventuais prejuízos.

    A matéria em questão é interessante justamente porque volta a tocar nas estranhezas do mercado editorial, pois, a editora diz que fulano é seu melhor escritor, mas mesmo assim, não investe nele.
    De que adianta você ser o melhor, se ninguém confia no seu trabalho? Isso realmente não faz nenhum sentido.

    Ele é realmente o melhor? Ou é apenas uma propaganda feita pelas conhecidas relações de camaradagem, divulgadas aqui pelo nome de panela?

    Como não tenho muito interesse pelo tema do livro, nunca saberei. Que seja....

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  13. Uai, e ninguém lembrou de comparar com as categorias de dizimistas de certas igrejas dinheiristas?

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  14. Como um amigo dizia : Virou Brasil....http://catarse.me/pt/asfacesdaluz

    Só que essa quer 15 mil reais ....Olhas os preços superfaturados para chegar neste valor....

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  15. Certamente a pessoa que escreveu esse post não sabe o que é financiamento coletivo.

    Senti falta de um argumento explicando porque isso seria mendicância.
    Engraçado defender o mercado independente e cagar regra numa das melhores iniciativas que temos agora, pros artistas independentes: Financiamento Coletivo.

    Não é "mendigar", não é "vaquinha"(como dito aqui nos comentários).

    É a apresentação de um projeto, o qual uma quantidade de pessoas pode achar viável ou não, e o financiamento prévio dele através da internet. Caso vocês não saibam, procurem pela internet por "Kickstarter". Esse modo funcionou e revolucionou a arte independente dos estados unidos.

    Bem, se temos leitores suficientes interessados que a iniciativa aconteça, pra quê ficar amarrado em editoras? Se no financiamento coletivo é tudo direto. Arrisco dizer que o autor possa até ter um lucro maior no crowdfunding do que em algumas iniciativas editoriais, o que estimula ainda mais a produção.

    A impressão que dá é que o autor é velho(de espírito, aquele que não gosta de nada novo), e amargurado.

    Não conheço Tiago Toy mas, já tô do lado dele só pelo fato do que você escreveu aqui.

    E que feio, usar a imagem do mendigo, marginal da sociedade, de maneira totalmente pejorativa.
    Isso me cheira a elitismo e péssimo caráter (:

    Uma dica: Antes de escrever qualquer coisa pra um blog, por favor, pesquise antes. Caso contrário você está só prestando um desserviço pra se dá o trabalho de ler o que você escreve.

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    1. Astrid Underground14 de abril de 2014 14:17

      Ainda bem que opinião é igual bunda né Felipe?

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    2. Quando você acusa o autor do texto de ignorante, você nada mais faz do que explicitar a sua própria ignorância e sua inépcia na leitura!
      Qual foi a parte que você não entendeu que diz que NÃO É UM TRABALHO INDEPENDENTE do autor? Qual parte você não entende que diz que ele POSSUI uma editora e que a mesma afirma ser ele o melhor autor da casa?
      Pois se é o melhor autor da editora, porque ela não faz o investimento?
      Uma coisa é um autor totalmente independente fazer o crowd... Outra é uma editora fazer isso...
      Aliás, se é pra ter financiamento coletivo, o Toy que seja esperto e cague para a editora. Por que dividir os lucros com ela?
      Aprenda a ler antes de criticar... Não falaram mal do crowd e sim da maneira como uma EDITORA o está usando para O MELHOR AUTOR DA CASA!

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    3. Anônimo, independente de ser um trabalho com editora ou não. Qual o problema de usar editora pra crowdfunding?
      Se até o Inafune, criador da franquia do Megaman(que já deve nadar em dinheiro) fez um crowdfunding super bem sucedido, o que impede uma editora se lançar nessa plataforma?

      O problema é a forma que vocês tão vendo crowdfunding!

      Não é uma vaquinha, não é uma ajuda, não é mendicância dos menos favoreciso, é diferente disso!
      É um projeto como qualquer outro.

      Se vocês tem algo contra a maneira que o projeto dele foi apresentado ou se estão superfaturando qualquer coisa que seja, a crítica deve se manter a ele e não ao Crowdfunding.
      O tom que o autor escreve deixa claro que as pessoas que recorrem a isso são "menores", de certa forma.
      Como por exemplo nesse trecho:

      "É realmente o fim da picada, quando eu acredito já ter visto tudo de mais bizarro dentro do meio literário me aparece mais essa.
      Tudo bem, há quem ache a ideia boa e até estude a possibilidade de criar algo semelhante para enfim conseguir publicar sua obra, já eu acho deprimente."

      Como eu disse, afirmar esse tipo de coisa é um desserviço pra quem tá tentando viabilizar seus projetos em conjunto com seu público, porque sim, crowdfunding junta muito o público com o projeto, o pessoal acompanha a campanha, repassa pros amigos, cria um vínculo, eu imagino que seja isso que todo autor quer quando cria uma obra:

      Se conectar com pessoas.

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    4. Astrid Underground15 de abril de 2014 16:44

      Por que perder tempo discutindo com um imbecil incapaz de compreender um simples texto? Que morra na ignorância.

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    5. Concordo com você, Astrid.

      No caso, o imbecil incapaz de compreender um simples texto é você; o texto correto seria o do felipe. Quanta amargura é essa? Só porque não conseguiu publicar nada de relevante até hoje? Ou porque foi dispensada da Bang?

      Quanto a tomar carona em temas batidos, concordo. A Corrente, por exemplo, daquele gordão feio, também publicado pela Draco, é uma cópia descarada de O Chamado + O Grito + todos os clichês orientais utilizados da pior maneira. Lixo, lixo. Quando se saber refrescar um tema batido, a batida até que fica gostosa.

      Vou ler o livro desse Toy (ui, delícia) e ver o porque de tanto ódio. Ou recalque.

      Ah! Mendicância de "Acessem meu blog por favor, pois eu falo mal dos outros por despeito e muita gente gosta de ver barraco" também é feia, viu? Nem todos têm coragem de "mendigar" de cara limpa, sem se esconder atrás de fakes.

      :*

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  16. Certamente a pessoa que escreveu esse post não sabe o que é financiamento coletivo.

    Senti falta de um argumento explicando porque isso seria mendicância.
    Engraçado defender o mercado independente e cagar regra numa das melhores iniciativas que temos agora, pros artistas independentes: Financiamento Coletivo.

    Não é "mendigar", não é "vaquinha"(como dito aqui nos comentários).

    É a apresentação de um projeto, o qual uma quantidade de pessoas pode achar viável ou não, e o financiamento prévio dele através da internet. Caso vocês não saibam, procurem pela internet por "Kickstarter". Esse modo funcionou e revolucionou a arte independente dos estados unidos.

    Bem, se temos leitores suficientes interessados que a iniciativa aconteça, pra quê ficar amarrado em editoras? Se no financiamento coletivo é tudo direto. Arrisco dizer que o autor possa até ter um lucro maior no crowdfunding do que em algumas iniciativas editoriais, o que estimula ainda mais a produção.

    A impressão que dá é que o autor é velho(de espírito, aquele que não gosta de nada novo), e amargurado.

    Não conheço Tiago Toy mas, já tô do lado dele só pelo fato do que você escreveu aqui.

    E que feio, usar a imagem do mendigo, marginal da sociedade, de maneira totalmente pejorativa.
    Isso me cheira a elitismo e péssimo caráter (:

    Uma dica: Antes de escrever qualquer coisa pra um blog, por favor, pesquise antes. Caso contrário você está só prestando um desserviço pra se dá o trabalho de ler o que você escreve.

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    1. Astrid Underground14 de abril de 2014 14:16

      Ainda bem que opinião é igual bunda né Felipe?

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    2. Oi Felipe.

      Concordo com o que você falou a respeito do financiamento coletivo se uma ferramenta importantíssima para o autor independente.

      Mas a ideia do post é trazer a reflexão, dois pontos:

      1 - Se Tiago Toy está na Draco, ele não é independente.
      2 - A editora o considera o maior escritor de terror do Brasil. Mesmo assim, na hora de publicar seu novo livro, não investe nenhum centavo.

      O financiamento coletivo é muito bom, mas temo que isso, no futuro, se torne uma regra para viabilizar a publicação de livros, de forma que a qualidade do trabalho importará menos ainda, frente a capacidade do autor de mobilizar seus miguxos pra apoiar determinado projeto. (Semelhante ao que acontece com premiações por voto popular)

      Em todo o caso, consegui viabilizar o meu livro independente com apenas R$ 1.500,00.
      O payback demora, mas o baixo investimento faz você lançar trilogias e sagas, com os R$ 10.000,00 que pedem para publicar um único livro.

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    3. Eu concordo contigo nesse sentido, mas também acho que se um autor que publica por editora quer testar uma nova plataforma, que aproxime mais ele dos leitores (porque o catarse faz isso, a acompanha o projeto da criação até o produto final), acho bem válido.

      Tem muito artista famoso que já fez kickstarter, uns dão muito certo, quando a galera vê que uma editora ou empresa muito grande só quer multiplicar seus lucros sem investimento algum, geralmente vira um fiasco.

      Como eu já disse, minha crítica foi pro jeito que o autor desse texto tratou crowdfunding, não conheço Tiago Toy, nunca li nada dele.

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    4. Eu tenho planos para lançar projetos futuros em Crowdfunding, porém é algo delicado, uma vez que, não aprovado o projeto, pode dar a entender que o público não se interessou.

      Por isso estou montando uma base de fãs, e em contato com eles, verei a possibilidade de abrir um projeto. Isso só deve ocorrer no terceiro ou quarto livro.

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  17. Ele alcança os valores e agradece assim:

    https://www.facebook.com/tiagotoy/posts/884280951587810?stream_ref=10
    https://www.facebook.com/tiagotoy/posts/884277721588133?stream_ref=10
    https://www.facebook.com/tiagotoy/posts/884291871586718?stream_ref=10

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  18. Chutenacara.com.br23 de abril de 2014 02:37

    Parabéns aos idiotas que ajudaram esse retardado.
    Quando não precisa de mais ninguém ele cospe na cara do povo.
    E ainda há quem ache ruim quando falamos mal desses sacos de merda.

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