Literatura Fantástica Brasileira

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LP-books: só quer saber da grana do Autor.

LP-books - Literatura Fantástica Brasileira


Por Astrid Undergound.


Saudações leitor do Literatura Fantástica Brasileira, recebemos mais uma denúncia acerca do descaso com o qual a "editora" LP-Books trata aqueles que ainda se aventuram a trabalhar com ela e solicitamos ao escritor que nos enviasse um texto explicando exatamente o que está acontecendo.
Segue abaixo o texto que nos foi enviado, tire suas próprias conclusões.

Bom Dia, inestimável leitor!

Sou advogada, Fátima, muitíssimo amiga do Koguen Gouveia, um monge zen com um histórico de vida como poucos. Após comparecer no lançamento de sua primorosa obra Portais Búdicos, na Bienal de 2010, o ajudei na divulgação de seu livro. Segundo o que ouvi dele, a capa não foi confeccionada como deveria, apresentando um aspecto mole, com orelhas reduzidas, e a fotografia fora de foco, o que comprometeu muito a qualidade da apresentação (uma capa lindamente produzida nas Agulhas Negras, por um profissional top de linha)...  Houve outros problemas: demora na entrega, alteração da diagramação original, qualidade de impressão, que, de acordo com ele, “Foram problemas toleráveis – Até aí, tudo bem”.
O desgosto veio logo em seguida, ouvi dizer dele que, em 2011, o Sr. J. Carvalho, numa reunião, pediu-lhe um “empréstimo”, no valor de uns 3 mil Reais, que seria gasto na Bienal, e o devolveria em forma de “Livros”... Como essa estratégia não deu certo, o Koguen foi recebendo muitas propostas de publicação de poesias em “Antologia”, as quais apresentavam “enormes vantagens”, “reputação” na Feira de Frankfurt, Alemanha etc... Obviamente, o monge não aceitou... até que, paulatinamente, a “editora” deixou de enviar qualquer mensagem via E-mail ao monge.
Acontece que, passaram-se mais de três anos após o contrato, e a tal “Editora LP-books” não tomou iniciativa em dar a menor satisfação para o Autor, não apresentou nenhuma proposta de divulgação e não se importou com a vida do mesmo. Em Julho de 2013, o Autor resolveu tomar notícias (pois de lá não viria mesmo), assim, verifique o teor dos interesses, que ele me enviou, entre CONTRATANTE e CONTRATADA:


CONTRATANTE:
Bom dia,
Ao J. C., e Adércio,
Já se passaram quase 3 anos do lançamento da minha obra.
Gostaria de que me informassem o seguinte:
1) o rendimento das vendas do meu livro, até agora.
2) o estoque disponível
3) a possibilidade de uma segunda edição, e o custo.
Att,
K.

CONTRATADA:
Boa tarde amigo Koguen. Voltou ao monastério ?
1 – vou pedir que aguarde mais um pequeno periodo para que possamos lhe passar esta informacao de venda ok ?
2 – Como as vendas foram praticamente nulas nestes últimos meses, tenho uma quantidade mínima em estoque –  Há interesse de compra ? Qual quantidade ?
3 – Sim há sim a possibilidade de uma nova edição, há muitos acertos ? O que voce pretende modificar ??
Fico a disposição e no aguardo
Adercio
LP-Books Editora

COMENTÁRIO (Dra. Fátima):

Ora, nota-se claramente, aqui, uma grande evasiva de informações objetivas que o contratante solicitou, e a apresentação de outros problemas que são pertinentes só aos interesses da contratada: abocanhar a grana do contratante. Note que a linguagem utilizada é sempre sem definição “pequeno período” ou “quantidade mínima”, e, por outro lado, a contratada pede informações de precisão da parte do contratante. Então, como as perguntas elaboradas pelo contratante não foram resolvidas com clareza, o diálogo do Koguen seguiu:

Boa tarde
Primeiramente, quantos livros foram vendidos? (quero que o depósito seja efetuado, mesmo que a quantidade tenha sido mínima, acho justo a editora manter fidelidade ao cliente, pois é tudo o que importa, e nada mais importante que isso)
As demais questões serão resolvidas depois.
Aguardo a resposta.
Att
K.

CONTRATADA:
Boa tarde Koguen.
Como lhe disse anteriormente preciso de um tempo para levantar esta
informação e tão logo a tenha, lhe transmitiremos com toda a certeza
já que 'e um direito sim do autor, mesmo já sabendo que foram quase
nulas tais vendas.
Apenas peco que seja um "pouco mais cordial" em suas palavras, sabemos de nossas obrigações e deveres portanto cordialidade e' algo
primordial em nosso tratamento e isto garante um bom dialogo, ok ?
Tenha um ótimo final de semana e estarei em contato.
Adercio
LP-Books Editora

COMENTÁRIO (Dra. Fátima):

O contratante não mais escreveu à contratada. Mas Koguen escreveu-me queixando-se que, com razão, não havia pedido lição de sabedoria por parte da contratada, e sim, informações mais objetivas. E o que veio foi a empresa contratada o ter achado pouco “Cordial”. Ora, é muita falta de etiqueta alguém que não escreve para o outro depois de vários anos ainda chamar de “amigo” e perguntar se “voltou ao monastério”... Sem falar nos erros crassos de Língua Portuguesa, que, em dado caso, podem até ser deixados à parte.

O meu parecer é que, com o somatório de reclamações que a “editora upsys informática” vem somando, e pelo histórico entre ambas as partes aqui em voga, tudo indica que há descaso absoluto por parte dessa empresa denominada “LP-books”. CUIDADO!... leitores e escritores, com essa editora fundo de quintal. Ela só quer saber de passar a mão na grana do escritor novato, que tem grande potencial, mas que, em suas infelizes pautas, fica com o futuro literário totalmente tolhido, quando deveria ser promissor.

Entre em contato: litfanbr@gmail.com

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16 comentários:

  1. Nota-se a falta de responsabilidade em responder ao autor, não definindo o que foi vendido, pode estar manobrando para ficar com o fruto das vendas e no fundo apostando no esquecimento de quem escreveu, batalhou pela edição e sendo enganado com a falta de informações. Estas no setor de vendas, qualquer vendedor olha a planilha no computador e sabe o que foi vendido, quantos no estoque e se há algum exemplar com defeito ou reclamação. Num piscar de olhos estas informações mínimas devem estar nas mãos do autor. A editora está negando acesso a sua obra exposta à venda.

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  2. Gente, o que eu fico impressionada é que a LP-Books (vulgo Editora, ou ao contrário) ainda esteja trabalhando. O "editor" João e seu assistente Adercio, se fossem um casal, não seriam mais unidos em aspectos que tangem: defender um ao outro quanto à falta de profissionalismo, responder o C quando se pergunta A, semelhança única na falta de profissionalismo, hipocrisia igualmente unida quando afirmam que isso que vendem se chama livro (dada a qualidade imprestável do material e serviço que apresentam).
    Para quem ainda não viu, segue o link de quando eu, pensando que já havia visto de tudo no mercado literário e suas demandas, também fui enganada por esses "profissionais", gente que muito embora não saiba escrever, propõe-se a corrigir livros de escritores, devolvendo-os com erros de doer os ossos e cabelos:
    http://www.geyme.com/2012/05/cuidado-com-lp-books-editora-livropronto.html
    Meu processo contra a referida editora está em andamento.
    Se o monge precisar de informação extra, conto com um arsenal delas e me coloco à disposição.

    Lamento muitíssimo que editoras como essa, continuem com as portas abertas...

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  3. PS: Acho repugnante como broncos iguais essa dupla, ficam "escandalizados" quando o cliente (enganado) não é "cordial" ao pedir satisfação/trabalho pelo serviço que contratou.
    Tamanha cara de pau dessa gente grosseirona, bandida, pedir cordialidade quando eles próprios desconhecem o significado e propósito dessa palavra... Quando sequer sabem o que estão fazendo no mercado literário, e equivocados (achando que trabalham), não percebem que são dois tontos se debatendo entre paredes para defender um serviço altamente medíocre... é de dar dó!!

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  4. Eu trabalhei nesta empresa durante 8 meses há cerca de 2 anos e eu sei como era o tratamento com os clientes e com os funcionários, que são tão ruins quanto, tive que processar de forma trabalhista para conseguir ganhar o que era o justo e meu por direito. Eu concordo com todas suas reclamações assim como da Geyme, e eu ficava ate 4h a mais do horário de trabalho e nunca recebia extra por isso, além de ser extremamente mal remunerado em comparação ao serviço que aos poucos foram meu empurrado para cortar gastos com mais funcionários, sem contar que para eles eu estava sempre devendo horas de trabalho. E concordo também que toda a produção é caseira, literalmente. Resumindo de forma bem rápida as condições

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  5. Eu trabalhei nesta empresa durante 8 meses há cerca de 2 anos e eu sei como era o tratamento com os clientes e com os funcionários, que são tão ruins quanto, tive que processar de forma trabalhista para conseguir ganhar o que era o justo e meu por direito. Eu concordo com todas suas reclamações assim como da Geyme, e eu ficava ate 4h a mais do horário de trabalho e nunca recebia extra por isso, além de ser extremamente mal remunerado em comparação ao serviço que aos poucos foram meu empurrado para cortar gastos com mais funcionários, sem contar que para eles eu estava sempre devendo horas de trabalho. E concordo também que toda a produção é caseira, literalmente. Resumindo de forma bem rápida as condições

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    1. Bom dia Raphael.
      Gostaria de obter algumas informações sobre o seu trabalho. Abraços.

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    2. Olá. Alguém tem o telefone ou email do Raphael? É urgente! Grato

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  6. ola Raphael Oliveira, gostaria de falar com vc urgente.
    meu email e ; romolu.books@gmail.com
    ateciosamente ; ROMOLU MENEZES

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  7. Ola Raphael oliveira,gostaria que você entra-se em contato comigo,deixando seu número de telefone no seguinte email...romolu.books@gmail.com,.,anteciosamente ; ROMOLU MENEZES

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  8. Também tive problemas com a mesma editora: Os corretores colocaram erros em meu livro, não recebo informações sobre as vendas (em quatro anos eu não vendi um livro, segundo eles, pois não recebi nada), NENHUM prazo foi cumprido, etc., etc., etc., etc...

    Elder Prates.

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  9. Também tive muitos problemas com essa editora: NENHUM prazo foi cumprido, os corretores colocaram mais erros de português além dos meus, não recebi um centavo de vendas e nem comunicados sobre isso - em quatro anos -, etc., etc., etc...

    Elder Prates

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  10. Também tive problemas com a mesma editora: Os corretores colocaram erros em meu livro, não recebo informações sobre as vendas (em quatro anos eu não vendi um livro, segundo eles, pois não recebi nada), NENHUM prazo foi cumprido, etc., etc., etc., etc...

    Elder Prates.

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  11. Olá. Quero deixar a minha indignação diante do péssimo serviço prestado pela editora LP-BOOKS. Não sei como essa editora ainda consegue está no mercado e na participar da Bienal de SP. É muita cara de pau!!! Quero em breve postar aqui o resultado do processo contra a LP-BOOKS. Boa sorte a todos os autores.

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  12. Este comentário foi removido pelo autor.

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  13. Casos leitores,

    Anuncio-vos: minha história com esta "Editora" terminou, ontem, dia 15/07/14. Saibam que, além de não se descuparem pelos desajustes, sequer agradeceram minha confiança depositada (numa colossal obra por mim escrita, porém ignorada) em suas palavras iniciais assim prometidas com teor de "boa fé".

    O apogeu do absurdo foi terem pensado na audácia de explorar um monge zen budista, que representa sobriedade & humildade, contudo taxado como abastado só por ter exposto uma investida em 350 páginas. Isso equivale - numa linguagem popular - a um dono de uma superempresa multinacional enganar um mendigo, que conseguiu comprar seu primeiro pão fresco, na aurora duma bênção divina.

    Fica aqui um gigante exemplo de mácula, perante o País, diante a humanidade.

    Porém, para mim, prezados leitores, seguirei minha rota como sempre, ciente de que:

    A poesia fala mais do que a história porque ela arranca palavras das pedras gélidas.

    Auspiciosamente,
    K.

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  14. Casos leitores,

    Anuncio-vos: minha história com esta "Editora" terminou, ontem, dia 15/07/14, com o "acerto de contas", quer dizer, recebi uma gorjeta raquítica, nada mais. Saibam que, além de não se descuparem pelos desajustes, sequer agradeceram minha confiança depositada (numa colossal obra por mim escrita, porém ignorada) em suas palavras iniciais assim prometidas com teor de "boa fé".

    O apogeu do absurdo foi terem pensado na audácia de explorar um monge zen budista, que representa sobriedade & humildade, contudo taxado como abastado só por ter exposto uma investida em 350 páginas. Isso equivale - em linguagem popular - a um dono de uma superempresa multinacional enganar um mendigo, que conseguiu comprar seu primeiro pão fresco, na aurora duma bênção divina.

    Fica aqui um gigante exemplo de mácula, perante o País, diante a humanidade.

    Porém, para mim, prezados leitores, seguirei minha rota como sempre, ciente de que:

    A poesia fala mais do que a história porque ela arranca palavras das pedras gélidas.

    Auspiciosamente,
    K.

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