Literatura Fantástica Brasileira

Literatura Fantástica Brasileira

O uso de pseudônimos.



Por Chutenacara.com.br.


É alguma novidade para quem vive no meio literário ou artístico em geral o fato de que muitas vezes é feito o uso de um pseudônimo para que o verdadeiro nome da pessoa em questão não se torne público?

Creio que não.

Mas a banda infecta da literatura insiste em espernear quando surge alguma matéria aqui no blog que desmascara as falcatruas por eles promovidas e é assinada com um pseudônimo.

Com a intenção de mudar o foco do que aqui vem sendo publicado e tentar, de maneira pífia, desqualificar todas as denúncias aqui veiculadas a grande maioria daqueles que por elas são protagonizados citam o fato de muito material (inclusive o meu) ser assinado com um pseudônimo.

Tão inteligentes são os picaretas literários que, creio eu, sequer sabem o que seja um pseudônimo e qual o objetivo do uso de tal artifício.

Vamos então à aulinha:

Pseudónimo (português europeu) ou pseudônimo (português brasileiro) (do grego antigo ψευδώνυμος, composto de ψευδο- "pseudo-" e ὄνομα "nome", ou seja, "nome falso"), é um nome fictíciousado por um indivíduo como alternativa ao seu nome legal. Normalmente é um nome inventado por um escritor, um poeta, um jornalista ou artistas que não queira ou não possa assinar suas próprias obras. Nem sempre o pseudônimo é uma mudança total do nome, às vezes pode consistir na mudança de uma letra ou outra, frequentemente porque o portador acha seu nome de batismo "difícil". Sob o aspecto jurídico, o pseudônimo é tutelado pela lei quando tenha adquirido a mesma importância no nome oficial, nas mesmas modalidades que defendem o direito ao nome.[1][2]

Tão fácil adquirir conhecimento, não é mesmo?

Mas, claro, a gentalha literária deve qualificar como covardes e mentirosos todos aqueles que algum dia fizeram uso de tal artifício na intenção de manter seu nome sob sigilo.

Woody Allen, Lenin, Cazuza, Pablo Neruda, David Bowie, e inúmeros outros são todos covardes, fracassados e mentirosos que usaram um pseudônimo por algum motivo particular.

O problema dessa gente é o de que, pelas matérias não serem assinadas com o verdadeiro nome de quem as escreve, fica mais difícil encontram alguém para censurar, recriminar e escrever materiazinhas meia-boca para atacar.

A grande verdade é que, na ausência de argumentos, esse pessoal que adora ludibriar escritores e leitores insiste em uma argumentação tão parca para desqualificar o que publicamos.

O calo está apertando e o desespero toma conta da banda podre da literatura brasileira, essa é a verdade.

Entre em contato: litfanbr@gmail.com

3 comentários:

  1. Não é todo mundo que tem a sorte de ter sido batizado com um nome que é um verso perfeito. Dependendo do nome pelo qual foi batizado, usar um pseudônimo é obrigatório. Sidclayson não me parece um nome legal para escritor.

    O pseudônimo mais bacana que conheço é o do músico e compositor gaúcho Júpiter Maçã. Parece estranho, mas "Júpiter" era o nome de um parente idoso dele (acho que o avô) e Maçã um dos sobrenomes da família colateral. Se eu fosse usar o mesmo esquema poderia me dar o nome de Gladstone de Brito, mas não seria tão legal. Júpiter Maçã é demais.

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  2. O uso de pseudônimo no meio literário é uma prática comum e não deve mesmo servir de motivo para tirar o crédito de quem escreve. Ainda mais sob o argumento de que o dono do texto está se "escondendo". Não faz sentido algum, penso eu. O texto é que importa.

    Abraço.

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  3. É facil mesmo adquirir conhecimento, acessando e confiando em qualquer pagina do wikipédia. O problema é saber compreender as informações que se tem, né!
    Dizer que pseudonimos são usados por covardes ta nos Top 10 maiores besteiras que já li.

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