Literatura Fantástica Brasileira

Literatura Fantástica Brasileira

Ausência argumentativa.



Por Adonis annua.

Impossível ignorar, antes de iniciar minha narrativa, o fato de que meu primeiro texto publicado aqui na página foi um sucesso de público e crítica, e é perfeitamente compreensível o motivo disso: o povo adora um barraco.


Mas vamos ao que interessa, embora o que se segue esteja intimamente relacionado ao meu texto anterior.
O povo que insiste em defender essa gentalha que emporcalha o meio literário em prol de interesses próprios, como fama e dinheiro, demonstra total incapacidade de argumentação.
Meu texto foi comentado pelos quatro cantos da internet tanto por aqueles que aplaudem a iniciativa dos mantenedores da página como por aqueles que esperneiam contra ela. 
Como incansavelmente foi relatado por aqui, é curioso o fato de que um blog tão "desprestigiado" como esse obtenha tamanha repercussão quando esfrega na cara da escória literária toda a merda por eles praticada.
Os que se dedicaram apenas a criticar o que escrevi na última vez mencionam o fato de que usei de argumentos relacionados à vida pessoal das entidades em questão, mas foram incapazes de observar a lógica nele existente: a de que para tentar-se entender o motivo de práticas nefastas deve-se conhecer o caráter dos envolvidos e o que os leva a elas.
Realizei ataques estritamente pessoais? Sim, não nego o fato, mas baseado no que relatei foi possível às pessoas ainda alheias à situação compreender os motivos das práticas infelizes dos esculhambados.
Mencionei o fato de haverem relacionamentos extraconjugais dentro da litfan? Sim, e isso faz-nos compreender os caminhos que alguns preferem percorrer na ânsia de publicar ou divulgar seus trabalhos.
Falei sobre defeitos físicos congênitos de uns e outros? Sim, mas isso foi por pura maldade mesmo.

Outra argumentação que frequentemente foi utilizada é a de que nossos textos não merecem crédito algum pelo fato de seus autores preferirem manter-se no anonimato.
Então surgem dois fatos:
O primeiro, de que não é necessário dar a cara a tapa para que as denúncias realizadas sejam facilmente endossadas por qualquer um que dedique seu tempo a realizar uma breve pesquisa acerca do assunto. O fato de publicarmos ou não nossos nomes muda alguma coisa? Mais uma infeliz tentativa de retirar o crédito do que aqui é publicado.
E segundo: diversas matérias são assinadas por pessoas que não temem dar seus nomes aos seus textos, ou seja, baseando-se no argumento citado acima, esses sim deveriam ter algum crédito, mas ainda assim os envolvidos na esculhambação preferem dizer que são matérias que não merecem crédito. Percebe, leitor, o quão contraditória essa gentinha é?

Os vergonhosos casos da Editora Livropronto e da antologia Asgard: A Saga dos Nove Reinos têm os textos a eles relacionados devidamente assinados por aqueles que os escreveram, além de serem casos conhecidos por muita gente envolvida no meio literário, e não merecem crédito mesmo assim? São devidamente assinados por pessoas conhecidas e os casos de conhecimento geral, então só não acredita no que é denunciado quem é muito burro ou prefere fechar os olhos por ter seu rabicó preso.

A grande verdade é que embasados pelo desespero que lhes toma conta, os envolvidos em toda a picaretagem literária preferem utilizar-se de argumentos medíocres para ludibriar leitores e escritores iniciantes na tentativa de que acreditem que tudo o que aqui é publicado é falacioso e de que o mundo literário é um mar de rosas.

Nunca vi ninguém comentar alguma matéria no blog tentando justificar uma atitude ou outra, ao contrário, quando o fizeram, utilizaram-se de ataques pessoais aos autores. Ataques que se desmentem baseando-se em seus históricos.

Li alguns comentários por aí onde desprestigiavam a autora Geyme Lechner pelo simples fato do título de sua última obra ser "Mal Intencionados" como se isso fosse motivo para a realização de críticas. O que há de errado no título? Será que aqueles que realizaram tal afirmação leram a obra para fazer algum tipo de julgamento? Pelo que me consta ao menos a autora jamais se prestou ao papel de narrar suas peripécias ou preferências sexuais para alcançar alguma notoriedade como pode-se observar nessa entrevista http://shedemonszine.blogspot.com.br/2012/05/demonia-entrevistae-raven-diz.html. Ou seja, os "argumentos" por parte dos envolvidos no atual caos literário, esses sim, não passam de falácias.

Outro caso notório é o relacionado ao autor Oscar Mendes Filho, que também assina seus textos, vítima de piadinhas inescrupulosas que em momento algum se referem à qualidade do seu trabalho, mas sim, alimentados pelo puro despeito (ou talvez inveja) daqueles que as realizaram ao entrarem no âmbito íntimo do mesmo. A coluna na qual ele escrevia para uma página foi sumariamente cancelada sob os comentários de que o material era ruim. O cômico é que isso ocorreu apenas quando o nome de alguns entes pertencentes à página sentiram-se ofendidos com algo que aqui fora publicado, porque até então eram obras-primas, tanto que o convidaram para figurar dentro do quadro de colunistas. No mínimo curioso isso, seu trabalho perde a qualidade quando seu ponto de vista colide com o dos mantenedores da página. Será que isso soa como represália? E para quem quiser ler o que ele publicava isso é possível devido ao fato de recentemente o autor os ter publicado em um blog próprio, o http://www.prisioneirodomedo.blogspot.com.br/.

Percebe, leitor, o quão medíocre essa gente é? Como eles metem os pés pelas mãos no momento de tentar atacar aqueles que escrevem para esse blog? Dizem coisas que seu próprio histórico condena, demonstrando total incapacidade de justificar toda a porcaria que realizam.
Mas como justificar o injustificável, não é mesmo?

Provavelmente se os demais autores dos textos aqui do blog se identificassem aconteceria o mesmo e é exatamente por isso que não o fazem, para evitar que seus nomes caiam na boca dessa gentinha de mente pequena e boca grande.

Friso mais uma vez o fato de que é desnecessário dar a cara a tapa para que as denúncias feitas aqui no blog mereçam crédito, basta pesquisar um pouco.

E para aqueles que se desapontaram por não encontrar nesse texto novas esculhambações como fiz da primeira vez, sejam pacientes, porque muita merda ainda será jogada no ventilador.

Entre em contato: litfanbr@gmail.com



2 comentários:

  1. Eu realizei a entrevista com a Raven para o blog She Demons. Escolhemos ela para a entrevista, pois a admiramos muito. A arte da Raven é sensacional, ela é muito talentosa. Nossos leitores adoraram, como se pode notar pelos comentários. Como o She Demons é um blog sobre Femeas Fatais e musas, fizemos sim algumas perguntas sobre sexo, as quais ela respondeu muito bem, pois é uma mulher muito bem resolvida... não entendo a razão das críticas... afinal, por que uma artista não pode falar sobre sexo? Seriam os artistas seres assexuados?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ao meu ver cada um concede entrevistas para onde bem entende, no entanto a maioria das pessoas envolvidas com a literatura, inclusive eu, considera desnecessário utilizar desse tipo de subterfúgios para obter algum status dentro do meio.
      Vivemos em uma democracia, onde somos livres para nos expressar da maneira que julgamos melhor, assim como podemos opinar sobre o que é presenciado, seja elogiando ou criticando.
      Desconhecia o fato de que para ser "bem resolvida" sexualmente havia a necessidade de se expôr da maneira como ocorreu, no entanto, o que chama a atenção no fato é a pessoa em questão julgar o trabalho de outras pessoas sem sequer conhecê-lo, ou mudar de opinião de acordo com o andar da carruagem.
      Cada uma se porta da maneira que melhor lhe convém, particularmente eu nunca precisei me comportar dessa maneira para ter meu trabalho reconhecido, graças a Deus.

      Adonis annua (a imaculada, ihihihihi).

      Excluir

Pode chorar...