Literatura Fantástica Brasileira

Literatura Fantástica Brasileira

Tatus saindo do buraco.



Por Chutenacara.com.br.

A verdade dói, e como!
E basta o tiro atingir o rabo de algumas pessoas para que elas abandonem o buraco onde até então permaneciam para dar o ar da (des) graça.
As falcatruas de "Asgard" sendo expostas sem rodeios deixaram perplexos aqueles que duvidavam que o Oscar pudesse ter capacidade para tal mesmo ele cantando a bola bem antes de a matéria ser publicada.
A matéria de Adonnis annua caiu como uma bomba dentro do meio literário, arrancando sem piedade os dentes dos "intocáveis literários", quando tornou pública a visão acerca de algumas criaturas do meio literário, até então veladas.
O "dedo na ferida" foi um chute na cara (já disse que adoro isso?) de dois cidadãos marginalizados pela sociedade que ousaram criticar quem sequer eles conheciam. A propósito, os comentários de ambos permanecem sob moderação do blog, comentários esses que sequer servem como forma de defesa, tão patéticos eles são.
Matérias bastante ferozes e impiedosas, adjetivos que eu, infelizmente, admito não possuir (apesar do meu pseudônimo) mas que não censuro totalmente.
Não censuro pelo fato de que essas matérias mais incisivas foram produzidas como uma forma de pessoas que estavam caindo no escárnio público se defenderem de gente sem moral alguma para fazê-lo.
O que os autores dessas matérias fizeram até então para serem motivo de piadinhas? Dizer a verdade? Arrancar o que até então estava preso na garganta da grande maioria dos envolvidos no meio literário?
Sim, foi isso, uma vez que nossa sociedade preza mais pela falsidade e o oportunismo do que pela sinceridade e honestidade.
Quem pega o bonde andando provavelmente considere essas matérias mais grotescas como um exagero, mas aqueles que estão embrenhados no meio literário compreendem que não se trataram de ataques gratuitos.


Vejamos o caso da campanha que deu muito pano para a manga, aquela veiculada por um escritor que sempre está presente em matérias aqui do blog.
Fazer propaganda de um material é bem diferente de implorar para que as pessoas o adquiram, o problema é que tecer alguma crítica em relação a esse tiro no pé por parte do "escritor" (como fez a colega Janaina) desencadeia uma polêmica generalizada dentro do meio literário.
Tem quem defenda a postura do escritor, assim como tem quem a recrimine. E todo aquele que ousa recriminar até mesmo algo tão explicitamente tosco se transforma no Judas da corja literária.
É como na época da escola: mexeu com um, mexeu com todos.
A incapacidade de diferenciar o que é um ataque pessoal direto do que é uma crítica profissional é tamanha que resulta em tudo isso o que está havendo.
Percebamos o quão passionais e como totalmente desqualificadas profissionalmente elas são.
Assemelham-se a lavadeiras que brigam pelo direito de lavar a cueca de seda do patrão abonado.
O mais cômico foi o infeliz em questão tirar satisfações com a escritora Janaina a respeito da crítica que ela fez. O pobre está tão desequilibrado que sequer teceu argumentos pertinentes no decorrer da discussão, afogando-se na dor de seu ego ferido e passando ridículo público.
Lógico, em seu socorro toda a galerinha que adora se auto-defender entrou em cena, piorando ainda mais a situação do elemento. Coitado.
O colega Pedro Moreno, em seu blog Masmorra do Pedro (http://blog.pedromoreno.com.br/) mencionou o medo de se tornar vítima de nós, os terroristas do blog, como se fôssemos débeis mentais sedentos por sangue que o aniquilaríamos pelo simples fato de ele expressas sua opinião.
Não, Pedro, nós sabemos aceitar críticas construtivas (ao contrário da massa egocêntrica literária) e eu concordo com seu ponto de vista em alguns momentos.
Mas, retornando ao assunto da tal "campanha infeliz) eu, em minha modesta opinião, sou contrário a ela. Acredito que o que merece atenção assim a obtém por méritos próprios, sem a necessidade de apelações de ordem sentimental.
Na real, quando vi a galerinha panelária compartilhando a dita "campanha" do cidadão em questão apenas consegui imaginar o criador dela da forma como retrata a foto da matéria.
Sad, but true...

Entre em contato: litfanbr@gmail.com


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