Literatura Fantástica Brasileira

Literatura Fantástica Brasileira

Eu quero ser grande – A síndrome das editoras médias.



Por Própolis sem mel.

Toda editora tem vontade de crescer , mas infelizmente, quando se veem diante desse desejado crescimento, muitas se perdem entre o crescer editorial e o crescer econômico (Ganhos pessoais).
Uma editora que surgiu nos últimos dois anos na blogosfera e muito querida no meio, vem, ao longo dos últimos trabalhos, se mostrando de forma bastante curiosa quanto a contratação de seus profissionais: O mais barato leva o cargo. Não estamos aqui citando a qualidade, tendo em vista que o desejo do editor é simplesmente economizar. Por isso, talvez esteja enfiando os pés pelas mãos a partir do momento em que contrata um blogueiro/resenhista/autor de primeiro livro para trabalhar como revisor. Nada contra os blogueiros, mas cada um em seu devido lugar. Blogueiro é blogueiro, escritor é escritor, revisor é revisor e Amy Winehouse é Amy Winehouse. Imagina se um ortopedista inventa de operar o coração de alguém? Coisa boa não vai sair, né?
Este blogueiro também se coloca como “autor” auto-publicado de um livro em que a edição e a revisão, feitas por ele, já foram criticadas por outros blogueiros, além da qualidade literária do livro não ser das melhores. Isso quem fala são os blogueiros que não são da panelinha, né pessoal?

Agora, se essa editora, de raiz forte, quer realmente ser grande, deveria agir com profissionalismo. Como pode contratar profissionais sem a menor capacitação? Temos que concordar que a editora pode assumir a postura que quiser, mas por favor, sejamos honestos, né? Assumam que são gráficas e não “editoras”. Facilitaria muito a vida dos escritores, que querem agir como profissionais, mas não podem, pois o lugar não permite, pois além das famosas panelinhas, “as editoras” se preocupam em ganhar dinheiro lançando autores de qualquer maneira, não respeitando os trabalhos dos iniciantes e, principalmente, queimando o filme deles, que entram nessa na possibilidade de iniciar uma carreira de verdade.

Infelizmente, para os pobres escritores, o que eles recebem é uma revisão medíocre, preços absurdos (eles têm que pagar para ser publicados), deixando claro que algumas obras são aceitas somente para gerar lucro interno, apagando totalmente um possível e esperado caminho que o livro seguiria, caso numa editora profissional.
Infelizmente é o que tem acontecido. Mais uma ”editora” que parecia ser profissional, perdendo o controle da situação e se transformando em qualquer coisa. Pagou-entrou, essa é a regra. Mais uma na imensa lista negra das “editoras” nacionais.
Ainda tem salvação, raiz forte?

Entre em contato: litfanbr@gmail.com


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