Literatura Fantástica Brasileira

Literatura Fantástica Brasileira

Prêmio Chupetex de Ouro.



Por Astrid Underground.

Levou algum tempo até que eu reunisse todos os detalhes para poder escancarar a falcatrua que foi um “renomado” prêmio literário brasileiro, mas por fim, cheguei onde queria.
Desnecessário mencionar o nome do prêmio, acho que o título da matéria fala por si.
A primeira questão se refere a como os organizadores puderam adicionar na lista dos concorrentes ao tal prêmio livros que sequer foram publicados no Brasil? Sim, embora a autora seja brasileira, a mesma foi convidada a participar com a obra que circula apenas no exterior. Claro, como dotada de bom senso, a mesma fez esse mesmo questionamento e não obteve nenhuma resposta, sendo automaticamente “desconvidada”.
Segunda questão: um prêmio que possui a pretensão de ter algum valor nomeia como entregadora do prêmio uma péssima organizadora de antologias que sequer paga os direitos autorais dos escritores participantes? Que gabarito possui ela além desse sendo que desconheço a existência de algum livro de sua autoria? O de fazer parte dos pela-saco que vive tecendo elogios enojantes a qualquer idiota que se preste ao papel de não questioná-la sobre as merdas que faz.
Quem elegeu os vencedores? Bastou me deparar com um dos merecedores do prêmio para perceber como se deu tal eleição: o puxa-saquismo. Sim, porque convenhamos, um livro mal escrito, ambientado como um adolescente qualquer faria e com personagens que parecem ter saído da Malhação não merece nenhuma qualificação digna além de lixo literário de primeira categoria.
Devo ser honesta e confessar que não li sequer a metade dos livros vencedores do Chupetex, até mesmo porque reservo-me o direito de selecionar aquilo no qual emprego meu dinheiro, e para me limpar após fazer minhas necessidades fisiológicas o papel higiênico é mais barato e eficaz.
É bem provável que nesse ano, 2012, haja uma nova edição, afinal, existe a necessidade de se criar mais artifícios que façam com que os leitores acreditem que essa ou aquela obra mereça ser adquirida (se lida, é outra história, o que interessa para eles é vender).
Um prêmio criado pela panela, votado pela panela, entregue pela panela e recebido pela panela, a isso se resume o tão aclamado prêmio.
Mas, assunto finalizado, e saltando de banda, vou para outro. Indagaram-se um dia desse se eu fazia alguma idéia de quem pudesse ser “Astrid Underground”. Graças a Deus que a conversa era virtual e a interlocutora não pôde presenciar minhas gargalhadas. “Não faço a menor idéia, por quê?”, eu indaguei, e a resposta obtida “Porque não quero essa gente do litfanbr na minha lista, esses terroristas virtuais”.
Preciso dizer que novamente não pude conter as gargalhadas?
Sim, somos uma facção criminosa que aterroriza os pobres e inocentes escritores que mendigam aos leitores que comprem seus livros para que assim possam pagar as prestações de seus consolos e bonecas infláveis.
Desculpe os termos, mas é a verdade, visto que solteirões perturbados só conseguem ter algum tipo de prazer fazendo uso desses apetrechos eróticos, quando não estão lambendo virtualmente seus “amigos” virtuais.
Cômico como alguns deles me “lambem” sequer imaginando que eu seja uma das terroristas.
Por hoje é só, pessoal, aguardemos agora o provável “Chupetex 2012”.

Entre em contato: litfanbr@gmail.com

Desculpem, mas tive que incluir isso.


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