Literatura Fantástica Brasileira

Literatura Fantástica Brasileira

Patéticas figuras literárias.


Por Adonis annua.

Pedi licença aos veneráveis membros do blog para postar uma matéria e, com ela, mostrar que não há necessidade de se citar nomes para que todos aqueles que pertencem ao meio identifiquem quem são as figuras mais toscas do meio literário.

Percebo o medo em citar nomes, e compreendo, mas quando bem trabalhado, um texto é capaz de exprimir muito mais do que algo mais direto e contundente. Querem ver?


Let´s go, welcome to the show!


A esquizofrênica carioca, que pelos lados de São Paulo está mais suja que pau de galinheiro por, mesmo casada, se esfregar naqueles que o amaldiçoado clã literário considera serem os supra sumos do gênero na atualidade. Um dia ela acha que é uma vampira voraz e sedutora, no outro, acredita ser uma samurai de intacta honra e já no seguinte se considera a vovó que faz tricô e trabalhos manuais (alguns “escritores” devem conhecer bem seus dotes manuais, labiais, e etc). Fã incondicional de séries televisivas da moda, beira os quarenta anos (se é que já não os tem) e se acha a cocotinha. Pobrezinha, mal sabe ela que, à boca pequena, é motivo de piada generalizada.

O Don Juan vampiresco, que após levar um belo pé no rabo da esposa (mesmo sendo ele um incrível galã sedutor) se dedica a escrever historinhas mela cueca recheadas de vampiros sem conteúdo com o intuito de, desesperadamente, encontrar alguma cheirosa que lhe aqueça a cama nas noites frias (porra, e como tá frio!) por se encantarem com suas historietas de quinta.

O bobo alegre mineiro, aquele com ar de superioridade, barbinha mal feita de tiozão da Sukita e se achando “o maduro” que criou uma “editora” para publicar seus próprios livros e os daqueles que ninguém mais aceita visto a péssima qualidade do material. Uma "editora" tão qualificada que usa o Word para revisar os textos que lhe são enviados, seja por preguiça ou até mesmo por total incapacidade de realizar uma revisão decente. Aquele que logo após a criação do “selo” arrumou uma horrenda namoradinha, também escritora (no mínimo curioso isso), e que vende sua tralha literária no porta-malas de um carro porque seu ego não admite que ele assim o faça com o lixo comercializado dentro de uma maleta e batendo de porta em porta.

O kaótico organizador de coletâneas e criador de capas e foulders que escreve feito um Australopithecus e ainda se considera capaz de organizar alguma coisa e revisar textos para seus “trabalhos” literários (provável que use o Word, como é de praxe entre os wannabe-writers). Agora o infeliz coloca fotos de go-go boy no Facebook (acho que a convivência com o galã vampiresco o infectou com o mesmo mal da falta de fêmeas).

A solteirona com mania de perseguição que não aceita críticas aos seus trabalhos dignos de um aterro sanitário e se derrete toda com elogios e puxação de saco daqueles que ela julga a admirarem. Sente-se injustiçada por não ser convidada para nenhum trabalho digno embora abra as per.. digo braços, e acolhe todos aqueles que ela considera incapazes de encontrar uma editora para publicar seu material, afinal, ela possui um bom coração (porque cérebro...)

O metaleirozinho anos 70 que a única coisa que tem em mente é escrever sobre licantropos, e não satisfeito em arruinar com a imagem dos mesmos, ainda lhes confere idéias mirabolantes dignas dos atormentados por teorias da conspiração, como a criação de máfias e grupos terroristas esdrúxulos do qual os adoradores da lua cheia fazem parte (ao menos no cérebro corroído por ácido dele).

O babaca da rua Augusta, que durante toda a vida foi capaz de escrever apenas um livro bem meia-boca e se considera apto a dar lições de “como escrever”, “como divulgar” e “como ser venerado” aos recém chegados no meio literário, claro, ele possui nível superior e isso faz dele um expert do meio. Posta coisas nas redes sociais que sinceramente fazem-me sentir vergonha dele, mas o que importa é ser feliz e ter seu ego massageado.

A doente mental gengivuda arroz de festa (também casada e com atitudes deploráveis em relação aos escritores do sexo masculino) que se encanta em posar nas fotos ao lado deles acreditando que, talvez por simbiose, possa atingir o patamar dos mesmos (coisa não muito difícil de conseguir, visto que seus alvos não são lá grande coisa).

Agora junte todos esses ingredientes em um único evento, ou uma panela, e veja o que dá: a literatura fantástica brasileira!

Com esse grupo de escrotos será que poderia mesmo sair algo decente?

E ainda há inúmeros energúmenos que batalham em tentar defender essa gente, esperneiam quando lêem algo criticando seus trabalhos e ameaçam os desafetos do bando como cães raivoso (ou cadelas) atrás do petisco matinal.

Difícil saber se choro ou dou risadas, mas prefiro rir dessa gentalha para poder guardar minhas lágrimas, que rolam ao ver os concursos e prêmios literários que lhes são conferidos pela meia-dúzia que se considera a mente pensante da literatura.

Viram como é desnecessário citar nomes? Se você não ligou ao menos um dos personagens citados a algum “figurão” da literatura, meus parabéns!
Você está no caminho correto e não perde seu tempo se sujando ao enturmar-se com esses acéfalos de ego maior que o cérebro.

Deparar-se com a real imagem que possui assim de forma pública deve mesmo ser chocante. Sugiro que comprem um espelho novo, consultem um analista ou tomem Lexotan, mas criem vergonha nessas caras e assumam o que vocês são: palhaços aplaudidos no meio de um picadeiro cuja platéia é formada por bobos da corte.


Se fosse eu no lugar deles estaria mais envergonhado do que a Carolina Dieckman, por ter reputação escancarada assim. Mas eles não tem, são uns sem-vergonha, que se fecham dentro do seu grupinho e tentam fazer dele um buraco negro, sugando para dentro dele todo infeliz desavisado que se aproximar.

Serviu a carapucinha, serviu?
Você é um dos personagens citados? Que peeeeeeena!

Sugiro que vendam bastante livros, ou montem uma barraquinha de hot-dog ou pipoca sei lá, desde que possuam os fundos necessários para arcarem com a indenização que me pagarão por teimarem em espalhar que tudo isso não é verdade. Os mentirosos não são os autores do blog, mas sim vocês.

A propósito, não é indigno vender hot-dog ou pipoca, indigno, sim, é empurrar lixo ao leitor desavisado na ânsia de ter dinheiro para pagar o aluguel de seus kitchenets.

Agora, deitem-se em suas camas e chorem a vontade, que é um lugar quente.

Entre em contato: litfanbr@gmail.com


12 comentários:

  1. Fale-me sobre a grande obra que você escreveu e sobre o seu egocentrismo.

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  2. Fale mais sobre como é ser um tapado baba-ovo que não vê um palmo diante da cara?
    E quem disse que eu escrevo, seu asno? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

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  3. Bem chocante o post, mas muita coisa aí é verdade. u_u
    Reconheci TODOS dessa lista... ashuhasa
    Só achei q pegou meio pesado com uma... '-'
    E, foUlders? shauas! #EuRi.
    Ando meio indignado com esse pessoal também, parecem uma panelinha fechada, uma panelinha de comida estragada... sahuashushasa
    Só podia se revelar, né? u_u

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  4. Faltou falar daqueles que criam inúmeros fakes no Skoob para elogiar os próprios trabalhos, e detonar o trabalho alheio, acreditando que ninguém perceberá, sendo que posta usando certos vícios de linguagem que o perfil "oficial" tb tem... entre outras coisas.

    Faltou falar dos que detonam quem paga pra ter seu livro distribuido, mas dá pra qualquer um pra conseguir certos "contratos" se auto vangloriando nas redes sociais, sendo que muuuuuita gente sabe a verdade

    Faltou a galera que finge amizade, pede contatos da literatura pelo facebook, as marcações de fotos pra "chamar a atenção", os editores que acham que sabem algo, a galera que mal lança um livro e sai dando curso como fazer um best-seller

    Faltou a mal amada do Rio, que nos encontros literários, adora falar baixinho, passar lição de moral usando frases de impacto, mas so falta perdir pelo amor de Deus para ter um livro lançado.

    Depois essa galera se revolta quando vê apenas a literatura estrangeira sendo lançada por aqui. Será porque????

    Copinho de Whisky

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  5. Olha, tenho que reconhecer. Tem que ter peito pra dar a cara a tapa com um post desses. Reconheci a maioria e concordo com GRANDE parte disso que tu escreveu. Inclusive é algo que eu falo mas pouca gente dá bola.

    Enfim, eu escrevo também e espero nunca estar em um post de patéticas figuras literárias HAUFHAEF..

    abraços

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  6. kkkkkkkkk
    Só reconheci um, que pena. Mas já ouvi falar de outros dois. Esqueceu que o "metaleirozinho" adiciona novos escritores para dar palpites em suas obras, fazer críticas invejosas e dar aulas sobre como escrever um livro.
    Contudo, ele não é tão importante quanto uma "figurinha" ou melhor "FIGURONA", (por conta de seu tamanho)que vocês esqueceram de mencionar. Uma patética que anda com gatos pendurados nos ombros e se diz "editora" de um selo que cobra um valor enorme dos escritores fazendo promessas de propaganda, impressão de 1000 exemplares e no final é tudo mentira...

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  7. Milene, sinta-se privilegiada por não conhecer essa escória, você não está perdendo nada.

    Abraço.

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  8. Só reconheci o 'kaótico' kkkkkkkkkkkkkkkkk droga ;/

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  9. Talvez por não conhecer bem os personagens do meio literário e primeira vez que li esse texto fiquei boiando, mas os próprios ignorantes fazem questão de se identificar, como aconteceu hoje no Facebook.
    O tal de Valter Tierno disse que esse trecho se refere à ele:

    O babaca da rua Augusta, que durante toda a vida foi capaz de escrever apenas um livro bem meia-boca e se considera apto a dar lições de “como escrever”, “como divulgar” e “como ser venerado” aos recém chegados no meio literário, claro, ele possui nível superior e isso faz dele um expert do meio. Posta coisas nas redes sociais que sinceramente fazem-me sentir vergonha dele, mas o que importa é ser feliz e ter seu ego massageado.

    Obrigado Valter Tierno por vestir a carapuça e deixar que todos soubessem que ele fala de você.

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    1. Pois é Ed, mesmo depois de tanto tempo a matéria ainda rende.
      O curioso é que ressuscitam do nada, parece medo da concorrência.
      A inveja é uma merda.

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  10. Faltou um tipo aí, e acredito ser o pior do pacote:

    A gorda mal amada, mal comida e mal acabada que lançou dois ou três contos (que na verdade ninguém se importa), foi expulsa do quadro de colaboradores de uma grande revista por sua falta de profissionalismo, é casada com um ser mais gordo ainda, autor de uma cópia barata e mal feita de O Chamado, cujo casamento e coito bestial resultou na procriação de uma infeliz criaturazinha com cara de retardada e trejeitos afetados, que provavelmente será um homossexual gordo e afeminado quando crescer.

    Maior talento da gorda: falar mal de tudo e todos.
    Ponto negativo da gorda: escrever.
    Dica para a gorda: não faça mais filhos.

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    1. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Sei de quem vc tá falando. A gorda nojenta!!

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