Literatura Fantástica Brasileira

Literatura Fantástica Brasileira

O sujo e o mal lavado.



Por Chutenacara.com.br.


A repercussão das matérias publicadas aqui no blog tem me impressionado.
Veio, dias desses, um amigo no Msn (sim, eu ainda uso o moribundo sistema de bate-papo) dizendo “Nossa, você já viu esse blog? É um tapa na cara de muita gente!”. 
Mas era para ser o contrário?
Não, o blog tem como objetivo fazer exatamente com que as máscaras sejam arrancadas de muita gente dentro do meio literário e editorial.
No Facebook li um comentário onde um cidadão dizia que se nomes não forem dados aos denunciados e tudo se basear apenas em “achismo” o blog não terá crédito algum.
Pelo que percebo não é bem assim o que está acontecendo.
Muita gente que não fecha os olhos para a bizarra realidade da litfan brasileira está apreciando o que vem sido nele exposto e endossam as informações que ele exibe.
Sim, é verdade que muitos apenas o visitem pare averiguar se não entraram na degola, como provam as quase cem visitas diárias que ele vem tendo.
Que fique bem claro que o que vem sendo publicado aqui não se baseia em “achismo”, mas sim na vivência daqueles que no meio estão inseridos.
Não há, como continuará não havendo, a necessidade de citar nomes. Quem convive com os denunciados sabem a quem nos referimos, então por que escrachar aqui no blog?
Isso me parece uma vã tentativa de desprestigiar a página, dando a entender que o que escrevemos não se baseia na realidade. Seria o medo de chegar a vez de ser desmascarado?
Qual seria a realidade então? Um mundo literário onde todos são amigos e tudo o que é escrito possui um valor literário inestimável? Isso só existe no mundinho criado pela meia-dúzia que se considera dona da verdade.
Eu não escrevo livros, mas leio bastante, e lido com a área de outra forma. Se eu fizesse por onde, certamente a carapuça me serviria em diversos momentos. Como estou tranquilo com minha consciência, não acredito que alguma coisa que venha a ser aqui publicada me afete.
Mas dentro de um meio repleto de gente mesquinha é compreensível que os companheiros de frigideira (sim, não mais panela, mas sim frigideira, pois a bunda deles está queimando) se doam uns pelos outros, afinal, unidos como são, têm que se apoiar no caso de chegar a vez dele ser desmascarado.
“Quem está fora do meio pode ler alguma matéria e generalizar, achando que ninguém no meio literário presta”, li outro dia. Sim, existe esse risco, principalmente se o texto for lido por pessoas que necessitam urgentemente de um curso de interpretação de textos. Basta ler atentamente (e usar o cérebro) que perceberá que não há generalização alguma, é tudo bastante específico.
Nem tão específico, pois em algumas matérias o intenção parece ter sido expôr o caráter abominável de um cidadão, e outro excremento tomou as dores. Pois é, a consciência pesa e mesmo sem a necessidade de citar nomes (como aquele elemento disse que deveria acontecer) as atitudes dos envolvidos denunciam a identidade daqueles que vêm sendo aqui expostos.
A idéia de dar nome aos bois sempre foi vista por mim como tentadora, mas nós do Literatura Fantástica Brasileira concordamos que isso não seria feito. Seria humilhante demais para algumas pessoas terem seus nomes ligados abertamente às falcatruas que promovem, então deixar sub-entendido fica mais divertido. A corja se digladia entre ela mesma, expondo sozinha o que realmente é. Nós apenas jogamos o anzol e a isca, os peixes aparecem por conta da fome que possuem.
É um mundo cão, mas como diz o ditado milenar: “pimenta no rabo dos outros é refresco”.
Quem sabe assim, em uma próxima ocasião, não pensem duas vezes antes de tentarem difamar outros escritores? Para se falar de alguém, deve-se dar o exemplo, ok?
Uma solução para tudo isso, meninos?
Hajam de forma correta e decente.
Não queiram tirar proveito do trabalho alheio.
Deixem de pensar que o leitor é imbecil e parem de tentar ludibriá-lo.
Dediquem-se aos seus trabalhos, aprimore-os, ao invés de querer diminuir o trabalho dos outros.
Abandonem a idéia de extorquir escritores novatos prometendo-lhes grandes obras.
Fique cada um no seu quadrado. Quem escreve, escreve, quem desenha, desenha, deixando de inverter essa ordem das coisas e produzir o lixo que vem sendo veiculado.
Façam assim e o tio Chutenacara não terá motivo algum para esculhambá-los ou expôr suas picaretagens ou seu caráter desprezível.
Se não agüenta, pede pra sair.
Deus pode ter piedade, nós não.

Entre em contato: litfanbr@gmail.com


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